Reproduções

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Depois de uns dias a desconfiar de alguns comportamentos menos usuais e de alguns sintomas sem origem definida, hoje foi o dia da confirmação. Pelo menos de uma confirmação possível, a confirmação do bom e velho Predictor.

Segundo as instruções, o teste deve aboborar 5 minutos até se poder confirmar o resultado. O que a Dee fez hoje ontem (29 Nov.), de manhã mostrou um risco vermelho na janela do resultado ainda antes do risco de controlo que apareceu pouco depois.

Oh boy...

Falta, claro, fazer uma eco para confirmar sem dúvidas, mas essas já são poucas.

A sensação é completamente diferente das outras duas vezes e acho que percebemos desde logo que nada será igual desta vez, dê por onde der.

Here we are… now entertain us.

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Chili’s

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Há já uns tempos que andávamos para ir ao Chili’s almoçar, mas como implica uma viagem de metro que ninguém se tinha dado ao trabalho de investigar e que afinal é bastante rápida e andamos todos stressados com os testes do Pond, esse almoço tinha vindo a ser adiado. Até hoje.

O Chili’s é um franchise de restaurantes tex-mex e tem uma representação ali em Telheiras, na Rua Professor Francisco Gentil, mesmo ao lado da estação de metro.

A comida tex-mex é das melhores coisas que os americanos já deram ao mundo: uma texanização da comida mexicana, com muita textura, mistura de sabores e um amor pelos condimentos que fazem enfim… a comida parecer comida ao contrário de outras coisas que andam para aí na moda (compreendo lá eu como é que comida pode andar na moda, mas anda), como essa coisa do peixe cru que sabe a sovaco. Bom, mas claro, esta a minha opinião, respect para quem gosta daquela porcaria :-)

Será provavelmente acertado imaginar que uma refeição caseira de tex-mex esteja alguns furos acima daquilo que um restaurante de cadeia pode oferecer, mas isso não significa que não tenha comido um dos melhores almoços dos últimos tempos naquele sítio que, já agora, é muito porreiro, decorado bem ao estilo americano com montes de quinquilharia nas paredes a dar aquele ar pseudo-autêntico mesmo à capitalista desenfreado.

E não estou – ou melhor não estive – sozinho: os meus companheiros de banquete todos concordaram: o Chili’s é bom para caraças.

Comi umas Monterey Jack Chicken Fajitas que vinham servidas com pico de gallo, guacamole, sour cream, bbq sauce, cogumelos frescos salteados com cebola e pimentos e, claro, queijo Monterey Jack. Tudo isto veio separado para a mesa, com três tortillas para eu enrolar e a mistura final de frio e quente, cru e cozinhado, doce e ácido, mole e estaladiço foi um verdadeiro prazer para o palato.

tex mex ftw

À minha volta, o Gus, Jorge, Huguinho e Monteiro devoravam bifalhões grelhados afogados em temperos diversos e massa com qualquer coisa que não me lembro bem (h, era o quê, mesmo?), e toda a gente ficou satisfeitíssima.

E por satisfeitíssimo quero dizer: quase completamente incapaz de comer mais uma pastilhinha de menta que fosse. Mas aí surgiu um problema: as sobremesas tinham todas um aspecto do caraças.

Tive que despachar um cheesecake magnífico enquanto os outros lutavam com um chocolate chip paradise pie. No fim, acabámos por deixar todos a porção final das sobremesas e 22 euros cada um.

Veredicto: comida deliciosa, ambiente porreiro com uma decoração obviamente pré-empacotada, mas que resulta, música ambiente porreira – sobremesa ao som do Samba Pa Ti foi um plus – um serviço razoável, apesar de umas confusões, a nossa waitress lidou bem com cinco malucos, três dos quais estiveram o tempo quase todo a jogar PSP por WiFi e uma lista muito atraente da qual foi difícil escolher e que apenas tem uma falha, para mim indesculpável: não tem chili con carne. Os preços não são o que eu chamaria baixos, embora o abuso tenha mesmo sido nas sobremesas que foram 6 euros cada uma.

Em suma: não me importava de lá voltar e bater a lista (quase) toda.

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Épico

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Nem precisa de comentários.

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Velho e cansado

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Hoje os meus pais ficaram com a nossa passadeira. Já há algum tempo que estava parada e apesar de já ter tido o seu uso, aquilo era gigantesco e estávamos muito cansados de a ter a ocupar uma porção significativa da nossa sala.

Depois de algumas dificuldades logísticas, lá conseguimos levar aquilo, o mais desmontado possível. Ainda assim, toda a base metálica, tapete e motor foram numa só peça, razoavelmente pesada.

Com algum esforço, eu e o meu pai e mãe lá conseguimos levar aquilo de um quarteirão – onde eu vivo -  para o outro – onde vivem eles.

Correu bem, apesar do peso daquele brinquedo e na varanda deles fica bem melhor do que na nossa sala.

Pouco tempo depois começou-me a doer o pulso esquerdo. Depois o antebraço, o ombro e o dorsal. Neste momento estou de rastos com dores nas costas e nos braços. Não quero imaginar como me vou sentir amanhã.

Aquela coisa que se diz por aí de que a idade não perdoa… é verdade.

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Trocar o disco numa PS3

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Depois de andar a pensar no assunto há muito tempo, hoje finalmente troquei o disco rígido da minha PS3.

Quem não sabe, fica a saber, que a PS3 é dos melhores produtos de electrónica no mercado actualmente. Falo, claro, de um certo tipo de electrónica de consumo mas quem percebe do que falo, entende-me e que não percebe, já parou de ler no parágrafo passado.

Há meses que não há vídeo cá em casa que não passe pela PS3: todo o tipo de filmes e séries, em qualquer formato, até FullHD (também graças ao PS3 Media Server), DVDs, Blu-rays, Música, Fotos, Acesso (razoavelmente básico, ok), à net e os jogos, evidentemente.

A minha é da primeira geração – aliás, comprei-a no dia em que foi lançada em Portugal, depois de meses à espera que saísse. Nunca tive uma PS2, mas tive uma Playstation das originais que, no entanto, pouco usei.

Tudo isto para explicar que estou extremamente satisfeito com a minha PS3 mas que, no entanto, achei que valia a pena melhorá-la.

Comprei há umas duas semanas, por 50 euros, um Western Digital de 2,5” e 320 GB e hoje finalmente montei-o.

O processo é simples e só é demorado por causa do backup/restore da consola.

Convém então arranjar um disco USB, ligá-lo à PS3 e aceder a Settings > System Settings > Backup Utility, seleccionar, evidentemente, ‘Backup’ e depois escolher o disco externo como destino.

Dependendo do tamanho do vosso disco (o da minha PS3 era de 60 GB), e de se o têm cheio ou vazio, isto vai demorar mais ou menos… o meu levou mais de uma hora.

Depois é boa ideia entrar em cada conta da PS3 (se tiverem mais que uma), ir a Game > Trophy Collection > Triângulo > Sync with server. Isto sincroniza os vossos troféus com o servidor (estes não são guardados localmente), para que não os percam.

Agora é altura de sujar as mãos.

step 5

Desliga-se a PS3 da corrente e coloca-se na horizontal – a menos que já esteja horizontal, claro. No fundo da consola, existe uma placa removível. Basta usar uma chave de fendas pequena na ranhura própria e a dita sai fora.

Segue-se um pequeno parafuso azul, que não deve estar muito apertado e depois uma palheta metálica (que parece um “arame”) e que se deve puxar para fora.

O disco está ligado por encaixe, portanto, usando esta palheta, desliza-se o disco para a direita e ele desencaixa e pode tirar-se.

O disco vem montado num ‘cradle’ metálico, preso com 4 parafusos absolutamente reles. Eu consegui moer completamente a cabeça a 3 dos 4 parafusos, sem grande esforço e foi preciso WD-40 e a o jeitinho da Dee e de um dos seus alicates de precisão para tirar as bestinhas.

Portanto, um aviso: se o fizerem, tenham muita calma e muito cuidado com estes 4 parafusos. Eles vêm apertados de fábrica e são muito macios e fáceis de danificar – poderá não ser o caso com todas as consolas, mas conheço mais pessoas que já trocaram de disco e se queixaram do mesmo.

Agora é só seguir o processo inverso. Lembrem-se em que posição estava o disco antigo para colocarem o novo na mesma, depois apertem-no com os 4 parafusos, insiram o ‘cradle’ na PS3, deslizem-no para a esquerda até encaixar, reponham o parafuso azul e a tampinha de plástico.

É facílimo. Se os parafusos não tivessem dado luta, teria ficado feito em menos de cinco minutos.

Ao ligar a consola, ela avisa que o disco precisa de ser formatado, o que é um processo de alguns segundos e depois é altura de repor o backup. O processo é o mesmo, mas a opção em vez de ‘Backup’, é, claro, ‘Restore’.

Se tiverem mais do que um Backup no vosso disco externo é porque são pessoas cuidadosas que de vez em quando fazem um backup :-) Nesse caso, cada um terá  um timestamp, algo como 200911211645 – ano, mês, dia, hora, minuto.

Agora tenho 320 GB de disco e já posso copiar filmes FullHD para a consola para não ter que estar a vê-los pela rede que não tem largura de banda suficiente para lidar bem com estes ficheiros.

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