Macacos sem galho

Electrodomésticos

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Depois dos revestimentos e pavimentos, sanitários e acessórios, hoje foi o dia dos electrodomésticos.

Queríamos comprar cinco novos electrodomésticos, mas apenas precisamos de três, pelo que foi isso que comprámos para já. Mais tarde compraremos o microondas de encastre e o frigorífico americano – agora que já confirmamos que as portas do mesmo são desmontáveis permitindo assim que passe para a cozinha pelas estreitas portas da nossa nova casa.

Fomos então à loja que nos tinha sido aconselhada, a Next Buy, na zona industrial do Feijó e de facto ficámos satisfeitos com a oferta e com os preços.

Comprámos então um exaustor, placa de indução magnética e forno pirolítico Siemens. Escolhemos um bocado pelo preço versus funcionalidades, mesmo sem sermos particularmente especialistas nestes aparelhos – sobretudo a indução magnética da qual só oiço dizer bem, mas que nunca experimentei.

Se alguém aí for cromo de electrodomésticos e quiser mesmo saber specs e detalhes, aqui ficam:

  • Placa de indução magnética EH675ME11E
    • Quatro zonas de indução
    • Controlos touch slider
    • 17 níveis de potência
    • Power boost em todas as zonas
    • Segurança para crianças
    • Indicador de calor residual
    • Detecção de recipiente
    • Temporizador
    • Cozedura automática com variação de temperatura
  • Forno multifunções HB73AA550E
    • Multifunção com 8 settings
    • 60 litros de capacidade
    • Turbina de arrefecimento
    • Auto-limpeza pirolítica
    • Pré-aquecimento rápido
    • Controlo exacto de temperatura entre 50 e 300 graus
    • Segurança para crianças
    • Auto-off
  • Exaustor LC657WA20
    • potência de exaustão de 740 m³/h
    • ruído em potência máxima: 57 dB
    • motor de duas turbinas, iluminação e três níveis de potência

Espero que tenha o nível de detalhe que satisfaça os mais geeks da electrodoméstica. Caso contrário, podem sempre ir ao site da Siemens sacar os catálogos e ler em detalhe.

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42 Responses to “Electrodomésticos”

  1. Bruno Figueiredo says:

    Não sei se sabes mas a placa de indução pode obrigar-te a comprar panelas e tachos novas. Não funcionam com aluminio. Por experiencia propria aconselho as da Le Creuset de ferro fundido vitrificado. São caras mas excelentes e duram a vida toda.

    • Epá! Não me digas que tenho que comprar panelas! A indução implica panelas especiais! Epá!

      Sorry, não resisti. É claro que sei que são precisas panelas específicas; já estive a testar as minhas e já sei quais vão para o lixo.

  2. Elsa says:

    Tambem tenho electrodomesticos Siemens incluindo o frigo americano, só tenho a dizer bem. Uma excelente marca, nunca tive problemas, design atractivo, um bocado carote mas acho q depois compensa, criticaram me na altura mas os meus duram e o da pessoa em questao ja la derreteu um botao … ah pois é :)))

    • Pois, nem vale a pena pensar duas vezes, Siemens ou Bosch e se o orçamento fosse ilimitado, provavelmente seria Míele.

      Não compreendo como alguém pode criticar a escolha de electrodomésticos Siemens, só se for de outro planeta. :)

  3. Bruno Figueiredo says:

    Mas olha que continuo a recomendar as panelas de ferro fundido da Le Creuset. Demoram mais a aquecer mas depois o calor é muito mais uniforme. Cozem muito bem e o grelhador é simplesmente fantastico. Pesam é para aí 5kg cada uma mas como tens andado a fazer exercico…

  4. Ana Nihil says:

    a indução é fixe, é um boost de energia em relação à vitrocerâmica, mas como a comida é feita num terço do tempo compensa…

    apenas ter algum cuidado com o habituar-se à rapidez da coisa, a minha cunhada e o meu irmão ainda têm acidentes com aquilo porque se esquecem que é mais rápido, mas then again só este ano é que descobriram a função de banho maria da placa que é to die for…

    ando morta para despchar o meu fogão e comprar um novo com placa de indução…tou farta de gás…

  5. Danger says:

    Eu nem sabia que havia tal coisa como “indução magnética”…só vou à cozinha para ir mudar a areia da Leca e para ir ao frigorifico e este último está logo à entrada :P

    PS: estou a pensar seriamente em mudar o frigi prá sala

  6. MrG says:

    Pedro, eu também tenho a cozinha equipada com Siemens e em 2 anos não tive qualquer razão de queixa, até a máquina da Nespresso é Siemens, só destoa mesmo a Bimby :).

    Também tinha a ideia do Frederico Americano mas depois de olhar lá bem para dentro dele e ver o espaço útil que ele tem lá dentro com o espaço que ocupa cá fora optei por outra solução.

    Comprei 2 Frigoríficos, na realidade não são 2, um é só arca e outro é só frigorífico também da SIEMENS, eles são idênticos apenas têm as portas trocadas ficando os puxadores ao centro, a única diferença que se nota é no mostrador em cima a diferença de temperatura dos dois, se quiseres posso tirar uma foto para mostrar como ficou.

    Desta forma se avariar uma das funções (congelador ou frigorífico) não preciso de trocar tudo e sempre ouvi dizer mal dos equipamentos com 2 motores.

    • Bom, quanto a aparelhos com dois motores, posso-te eu dizer que quem te disse mal não está bem informado. O meu frigorífico Bosch combinado de dois motores está ligado 24 h por dia há quase 12 anos e nunca se avariou.

      Os americanos parecem ter pouco volume interno, mas pelas specs que andei a ler, têm quase o dobro do que o meu combinado leva, hoje em dia, pelo que não me parece assim tão mau. Claro que a tua solução é mais espaçosa, mas também é muito mais cara e necessita de mais espaço, certo?

      BTW, gostei do typo do “frederico”, foi de propósito ou estavas a escrever com dicionário num dispositivo móvel?

      • MrG says:

        Sim, mais espaço, mas julgo que nem chega (comparando com o americano) a ser mais metade de um frigorífico, logo tiro as medidas e a foto e partilho.

        Foi de propósito, aqui fica a source:

        No psiquiatra:
        – Sr.Dr, a minha mulher quer o divórcio porque eu não consigo dizer Frederico!
        – Diga lá: Fre-de-ri-co – pediu o médico.
        – Frederico.
        – Ora – diz o médico – o senhor diz Frederico muito bem. Vá lá em paz e diga à sua mulher que ela não está boa dos ouvidos.
        Chega o homem a casa contentíssimo:
        – Mulher, estou cheínho de sede. Vai ao frederico e traz-me uma cerveja bem gelada.

  7. artur says:

    Speechless!:)

  8. cristiana says:

    porquê indução em vez de gás? é por causa da rapidez que compensa o facto do gás ser muito mais barato?

    • A indução tem duas grandes vantagens: é super eficiente e é muito mais fixe como tecnologia :)

      • asturmas says:

        Geek até na cozinha? :P

      • cristiana says:

        a minha questão prende-se com a minha situação actual: ando à procura de casa e as novas já trazem tudo. mas normalmente têm vitrocerâmica normal, o que não quero (não quero ir á falência só com a conta da luz), por isso pergunto sempre se é possível mudar para placa de gás… agora vieram-me com a história da indução e este post veio mesmo a calhar.

        • Bom, mudar para indução é simples porque também usa electricidade; mudar para gás é muito mais complicado, a menos que a cozinha já tenha um ponto de gás no sítio da placa.

          Não havendo ponto de gás, vai ser preciso partir a cozinha para o colocar.

          Não tenho experiência com indução, mas quem tem, diz-me que a eficiência compensa o facto de usar electricidade.

          Por exemplo, ao que parece, é possível ferver água em 4 minutos. Com gás leva muito mais tempo (às vezes parece-me que leva anos!). Portanto o gás é mais barato, sim, mas gasta-se muito mais gás a cozinhar do que electricidade usando indução.

          Não esquecer que indução precisa de panelas específicas. É fácil verificar se as actuais funcionam: basta pegar num íman do frigorífico e ver se cola no fundo das várias panelas.

          Se estiver aí alguém que tenha números mais exactos para justificar indução vs gás, era porreiro, para ajudar a Cristiana.

  9. artur says:

    E painéis solares, pá? Isso é que era muito fixe! Com a extensão do telhado, até podias vender energia (a edp tem um projecto qualquer para pequenos produtores)

  10. Bruno Figueiredo says:

    Tem mas esses pequenos produtores so podem submeter a sua candidatura (as candidaturas estao limitadas em numero) de 2 em 2 meses e so durante uma hora atraves de um site lentissimo que tem centenas de pessoas a aceder a tentar a sua sorte. Simplesmente não funciona. Pode demorar anos até se conseguir vender à EDP.

  11. Bruno Figueiredo says:

    Eu já vi em Loco. Pagam a empresas de consultoria de IT para disponibilizarem N pessoas nesse dia para tentarem preencher um formulário medonho que nem sempre vai à primeira e registar uns clientes. Há N escritorios espalhados pelo país a fazer isto nesses dias. A empresa onde vi ficava toda contente quando as 18 pessoas que tinham a fazer isto conseguiram registar 3 pessoas nesse periodo. O backlog de pessoas ainda a espera de se poderem registar é na ordem das várias centenas.

  12. Bruno Figueiredo says:

    O mais engraçado é que o endereço do formulário nunca é o mesmo e as pessoas só são informadas da hora e endereço de submissão com 2 dias de antecedência. Isto porque a EDP é obrigada a cumprir uma quota minima de aquisição de energia de micro-geração e não querem passar nem 1KW/h essa quota. É que segundo essa lei eles são obrigados a comprar energia de micro-geração a um preço muito superior ao que vendem.

  13. jorge says:

    posto isto aqui porque não tenho conta no flicker , mas via lá que furaram o tecto do vizinho de baixo , o chão do vosso apartamento não é placa de betão ? pela foto não parece ser.

    • Pois, não sei, também tenho essa dúvida. Num dos quartos em que foi preciso furar, parece betão:

      http://www.flickr.com/photos/macacos/4685355403/

      Tenho mais fotos dessa zona e só vejo betão, mas na casa de banho, de facto, parece tijolo. Estranho…

      • jorge says:

        eu já tinha achado estranho eles terem baixado tanto o nivel do chão.

        É que uma placa de betão não se fura assim de qualquer maneira , além de que costuma ser mais espessa do que se vê nessa foto. Nas fotos da cozinha tambem me pareçe que não é placa.

        essa buraco no quarto da joana , deve apanhar uma viga , por isso é betão. está mesmo na direcção da viga da parede.

      • Bruno Figueiredo says:

        Eu esclareço: dependendo das cargas as lajes podem ser de betão simples, armado ou aligeiradas. Nestes casos usam-se umas vigoras de betão armado e abobadilhas de tijolo. Já devem ter visto. São tijolos com 2 apoios laterais e arredondados em cima.

        • jorge says:

          e qual a vantagem disso ? além do custo, que presumo mais baixo no caso dos tijolos

          • Cheira-me que tijolo é mais leve, mas por outro lado menos isolante, estou certo?

            • Bruno Figueiredo says:

              Quando falas em isolamento, presumo que fales de acústico, porque térmico so se aplica em paredes exteriores. Há dois tipos de ruído: percussão (martelo a bater na parede, subwoofer no máximo…) e aéreo (falar, gritar, buzinas…). O 1º isola-se com massa (betão, Madeira, coisas solidas) e o 2º com ar (caixas de ar, tijolo, etc…). No caso de uma casa de banho eu diria betão senão o teu vizinho vai saber cada vez que deres um peido.

        • OK, estou a ver de que tijolo falas.

          E vantagens e desvantagens de cada um?

          • Bruno Figueiredo says:

            Sem querer entrar aqui muito em dimensionamento de estruturas, betão armado usa-se em lajes de dimensões grandes ou quando a laje é projectada sem apoio de pilares (como em varandas). Em lajes pequenas (com muitos pilares ou vigas próximos não se costuma armar. A laje aligeirada serve essencialmente para zonas de carga não muito elevada (só meia dúzia de pessoas em cima). Desta forma a estrutura fica mais leve, os pilares e vigas só precisam de uma secção mais pequena e claro, usa-se menos material e é mais barato.

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