Febras e Linux

Bom, não tí­nhamos electricidade num dos lados do escritório e o nosso senhorio mandou lá hoje um electricista da empresa (é uma empresa de construção, dona do nosso escritório). Um pro que viu o que era preciso e marcou para amanhã a execução do trabalho.

O Pato apareceu, mas estava muito abatida, por causa de uma das suas gatas que vai ser operada para a semana. É natural. Acabou por se ir embora sem dizer quase nada. Estas coisas são mesmo assim, eu que o diga.

Saí­ para almoçar, mais o Godfather, fomos í  Luí­sa Tody, comer ao “Cantinho dos Petiscos”, um daqueles sí­tios onde as febras na braza são mesmo na brasa e vêm 6 ou 7 numa travessa com batatas, arroz, cenoura e pickles, fora a segunda travessa de salada. Comemos que nem abades. No fim, sobremesa e tudo. Saí­mos cheios que nem porcos e com uma sede do caraças, por causa das febras.

Fomos para o escritório passar a tarde inteira de volta de uma das máquinas a tentar instalar Linux. Mas não deu. Aliás crashou várias vezes. Desiludidos, voltámos para as respectivas casas.

Mais tarde o Cunhado explicou-me por ICQ que devemos ter de certeza um problema de hardware no computador, algo que se poderá resolver em breve, quando ele voltar lá para mais montagens.

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