Macacos sem galho

O desafio cursebird

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Passaram as 24 horas e consegui não emititr um único tweet que não contivesse uma asneira em inglês.

A dada altura pensei em apontar ao primeiro lugar, mas depois percebi que o primeiro classificado tem mais de 25 mil “curses” e que fez batota para lá chegar. Basicamente, usou um bot. Pussy.

Nestas 24 horas, saltei de 668º mundial para 286º. Foi um salto de 382 posições e a prova de que é possível vencer na vida. Nas coisas realmente importantes, os portugueses estão lá, na linha da frente, prontos para representar a Nação e dar o seu melhor.

Aqui fica a minha classificação às 17:30, fim do desafio das 24 horas:

curse

Daqui em diante, cá estarei, sempre sem corantes nem conservantes, a dar o litro pelo cursing nacional, sempre disposto a trepar a dignificante escada do Cursebird.

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Twitter fuck-a-thon

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Recentemente, apercebi-me que estava entre os 600 primeiros do mundo inteiro em Twitter swearing. Basicamente, o Cursebird, classifica-me como um George Carlin wannabe.

Ontem estava em 668º lugar, hoje passei para 667º, ao fim do dia estava em 666º e agora estou em 602º.

Decidi então lançar um desafio a mim mesmo: durante 24 horas, todos os meus tweets conterão uma profanidade em inglês. A coisa começou hoje às 17:30 e acaba amanhã à mesma hora.

Vamos ver quantas posições consigo subir nesta prestigiosa escada de sucesso!

Ou como se diz nos EUA: Fuckin’ a!

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#Anita

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

É a loucura total. Todos em sintonia para levar a #Anita ao poder!

Histórico. E tudo começou com um tweet do Bruno Amaral.

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TweetDeck

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

O Gus chamou-me hoje a atenção para um cliente de Twitter chamado TweekDeck, que está em Beta, mas que já apresenta grandes vantagens em relação aos clientes dominantes do momento: Twitteriffic e Twhirl.

O TweekDeck é construído sobre Adobe Air e corre em Mac OS, Windows e Linux.

Duas grandes vantagens do TweetDeck:

Um. A aplicação tem um interface em colunas, principal ponto de interesse para mim e para o Gus, já que esta era uma das ideias que andávamos a desenvolver para o Mensageiro do SAPO. Isto só prova que mesmo quando achamos que tivemos uma ideia nova… a verdade é que já alguém está em cima disso.

A ideia é muito boa e aplica-se bem ao Twitter: numa coluna recebemos todos os tweets, numa outra, apenas os que são replies para nós e numa terceira, as mensagens privadas (directs).

As colunas são, evidentemente, configuráveis e re-organizáveis e é possível criar novas colunas. É também possível criar grupos: podemos agrupar certas pessoas e receber os tweets delas numa coluna específica.

Só esta funcionalidade fez com que não perdesse um único reply hoje, coisa que nos outros dois clientes que uso acontece com frequência.

Dois. A aplicação dá baile à API do Twitter. Enquanto o Twitteriffic fica para ali a patinar e não envia os tweets e o Twhirl dá erros frequentes, o TweetDeck não tem problema nenhum: guarda os tweets e entrega-os assim que tiver uma janela de oportunidade.

Isto significa que é muito menos cansativo lidar com as outages do Twitter e até parece que tudo desliza sobre rodas.

O TweetDeck tem ainda a vantagem de guardar 48 horas de tweets (sobre os quais oferece pesquisa de texto), e uma funcionalidade de consulta de perfil/tweets de um user específico que me agradou bastante.

Para uma Beta bastante jovem, é uma aplicação que já tem diversas vantagens sobre as alternativas mais sonantes do mercado, particularmente o Twitteriffic que é pago ou adware e sobre o qual tenho visto zero desenvolvimento desde que comecei a usar.

Alguns dos problemas do TweetDeck são a ausência de som, que é útil para avisar a chegada de mensagens, o redimensionamento da janela que é feito um bocado às cegas quando manualmente e que não existe automático – isto é, quando removemos uma coluna, a janela não se adapta e fica com um espaço vazio “pendurado”.

É, sem dúvida, uma aplicação a seguir nos próximos tempos e já substituiu tanto o Twhirl no meu PC, como o Twitteriffic no meu Mac.

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Twitter ruined my posting

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Desde que comecei a usar o Twitter, nunca mais me dei ao trabalho de pensar em posts. Posts dão trabalho, tweets são imediatos.

Twitter kills blogs.

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