Hoje tinha a minha velha t-shirt do Star Wars vestida – comprei-a quando ainda andava na Faculdade, na antiga e algo saudosa Valentim de Carvalho no Rossio.
O Tiago apontou para a Millennium Falcon e perguntou:
- O que é isto?
- É a Millennium Falcon, filho, é uma nave.
- Pois é!… É do Darth Vader!
- Não, não é do Darth Vader, é do Han Solo.
- Han Solo!
- E do Chewbacca, sabes quem é o Chewbacca, não sabes?
- Parece um leão!
The Force is strong with this one, that’s for sure.
Aqui há uns tempos a Isa partilhou um link para uma fabulosa review do Phantom Menace. São setenta minutos (em sete partes), de crítica imparável àquele que é, provavelmente, o pior filme a jamais ter a chancela “Star Wars” (se bem que nunca cheguei a ver o Holiday Special, portanto posso estar enganado).
Embora contenha alguns exageros óbvios, à medida que fui ouvindo a review (e concordando com ela), foi-se formando na minha cabeça uma ideia que se tornou obsessão: eu tenho que re-escrever o Phantom Menace.
Como os meus últimos dias têm sido uma viagem pela terra da ansiedade e com o Tiago com crises brutais de tosse nocturna, não tenho dormido muito. Tenho aproveitado esse tempo para começar a repensar o filme, a história, os próprios personagens.
Hoje já me sentei a escrever e já saiu uma página inteira. E que gozo danado me deu!
Ainda não sei muito bem como vou tratar isto, se coloco no blog, se faço um sitezinho só para o efeito, mas assim que tiver algo mais sólido, faço tenções de o publicar.
Sempre odeei o Harry Potter, sempre achei que aquilo era uma amálgama de coisas que já tinha visto antes e irritou-me solenemente a adesão em massa que a coisa teve, especialmente por parte dos adultos.
E agora encontrei este texto fabuloso que explica ainda melhor aquilo que eu sinto: