Macacos sem galho

P90X, dificuldades na recta final

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Não tem sido fácil chegar ao fim do P90x. Depois de cinco semanas iniciais sempre a abrir, foi a viagem ao Texas, seguido de uma grande constipação que atirou logo para três semanas mais tarde o meu objectivo dos 90 dias.

Depois a coisa voltou aos eixos durante mais um mês e agora na semana 9 e 10 tem sido cada vez mais complicado tirar a hora nocturna para fazer o programa.

Ainda assim, mesmo com alguns dias de intervalo aqui e ali, terminei hoje a semana 10. Segue-se um dia de descanso e depois a semana 11, 12 e finalmente, 13.

Os resultados são inegáveis; o meu nível de gordura corporal neste momento é bastante baixo. Infelizmente não sei quanto será, porque a minha balança com eléctrodos diz que são 15% a 16% desde que comecei a treinar, o que é duvidoso já que a diferença é notória.

Toda a minha roupa deixou de me servir. As calças que comprei mais recentemente caem-me e se uso t-shirts M parece que tenho um saco de batatas vestido.

Agora que me falta menos de um mês para terminar os 90 dias, estou dividido sobre o que fazer a seguir: parto para um segundo round de P90X, mas desta vez atiro-me à proteína, aumento os pesos e tento ganhar alguma massa ou faço-me a um programa diferente, como o Insanity?

Bom, depois decido… agora é P90X time.

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P90X – Fase 2, semanas 5 a 8

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Na segunda fase o programa muda para quebrar o hábito que o corpo possa ter estabelecido na primeira. A ideia é também construir sobre a base da primeira fase e puxar mais pelo corpo com maior concentração nos exercícios e mais peso, onde se usarem pesos.

A segunda fase divide-se novamente em três semanas de trabalho e uma de recuperação, desta forma:

Semanas 5, 6 e 7:

  • Peito, ombros, triceps e abdominais
  • Pliométricos
  • Costas, biceps e abdominais
  • Yoga
  • Pernas, costas e abdominais
  • Kenpo
  • Descanso ou alongamentos

A semana 8 é igual à da fase 1:

  • Yoga
  • Core
  • Kenpo
  • Alongamentos
  • Core
  • Yoga
  • Descanso ou alongamentos

Portanto, o programa não é muito diferente (podem comparar com a fase1, semanas 1 a 3 e semana 4), mas varia o suficiente para não estarmos mais um mês a fazer precisamente os mesmos exercícios.

A mudança surge no primeiro e terceiro dias:

Peito, ombros e triceps trabalha de forma desgastante os músculos de suporte ao braço, por assim dizer. Este programa é provavelmente responsável pela mudança significativa que tenho visto em termos de definição sobretudo no peito e ombros, zonas onde sempre tive algumas dificuldades. Há vários exercícios de flexões completamente insane, incluindo flexões de um só braço que me valeram um esticão no pescoço que ainda me dói.

Para quem gosta de levantar pesos este programa tem muitos exercícios com halteres e o resultado final é um pump considerável.

Costas e biceps alterna dois exercícios para as costas com dois para os biceps ao bom estilo P90X, isto é, sem parar. Inclui a maioria dos exercícios que aprendi ao longo dos anos em ginásios para os braços e mais alguns que nunca tinha feito. Embora continue sem ter barra para fazer as elevações – essenciais a muitos dos exercícios para as costas, este é um dos meus dias preferidos até agora.

Na verdade, estes dois novos dias, talvez mesmo por serem novos em relação à fase anterior, foram os dias que sempre me entusiasmaram mais durante as últimas 3 semanas.

Estou agora a começar a semana 8 e a respirar fundo e ganhar balanço para entrar na terceira e última fase do P90X.

À medida que vou avançando no programa vou chegando cada vez mais à conclusão de que não estou, claramente, a comer como devia para suportar esta intensidade de exercício – precisava de mais calorias; mas continuo a notar mudanças claras no meu corpo e também na minha resistência e capacidade de recuperação após o esforço. Estou certo de que se estivesse a comer mais e mais equilibradamente teria mais energia para o exercício, provavelmente já teria aumentado ainda mais os pesos em certos exercícios e quase de certeza que teria baixado a minha percentagem de gordura corporal para algo abaixo dos 13-14%.

São, aliás, os resultados que me motivam a continuar a fazer exercício todas as noites, seis vezes por semana, indo-me deitar muitas vezes entre as 2 e as 3 da manhã, para me levantar às oito e meia no dia seguinte.

Finalmente, o único dia que continuo a detestar, muito sinceramente, é o Yoga – é demasiado longo (mais de hora e meia, contra 50 e picos minutos da maioria dos outros), e embora eu já tenha apanhado muitos dos movimentos, continua a ter alguns que exigem flexibilidade e equilíbrio que eu não tenho, tornando-se mais do que um desafio, uma frustração e um aborrecimento.

Mas continuo a fazê-lo e a tentar melhorar que é, precisamente, o objectivo de tudo isto.

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P90X – Pop goes the shoulder

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Pela primeira vez magoei-me a sério a fazer o P90X. Já tinha tido algumas mazelas – uma ou duas cãibras, os meus já habituais problemas com os pulsos e um calcanhar que magoei há anos no Kungfu e que ainda fica ocasionalmente dorido.

Mas desta vez a coisa foi mais a sério: Segunda-feira, a iniciar a sétima semana com o programa de peito, ombros e tríceps, estava já bem avançado no treino quando chegou a altura das flexões de um braço.

Estas flexões não são só difíceis por uma questão de força ou sequer de equilíbrio, mas mesmo por terem um movimento não especialmente fácil de perceber pelo corpo. Quando nos pomos em posição e preparamos para fazer a primeira, é difícil de perceber como se pode fazer aquilo sem ir de cara ao chão.

E foi precisamente a tentar fazer uma destas que algo no meu trapézio, do lado direito fez pop e senti uma súbita necessidade de gritar pela minha mãezinha.

Fiquei quase sem conseguir mexer a cabeça e no dia seguinte não estava propriamente melhor.

Tenho tomado ibuprofeno como pequeno almoço e jantar e Relmus antes da caminha e a coisa parece estar a melhorar.

Ontem não consegui treinar, embora o programa não envolvesse treino de resistência nem o músculo afectado (não directamente, claro), na verdade ontem à noite mal me conseguia mexer e tratar do Tiago para o deitar foi um martírio – felizmente ele quis a mãe a dada a altura, o que ajudou.

Mas hoje já treinei, embora sob o efeito de Spidifen 600; espero que a coisa tenha sido ligeira e esteja efectivamente a passar.

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P90X Reboot

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Com a viagem a Austin a comer a metade a duas semanas, tive que parar com o P90x. Não havia grande forma de o fazer enquanto no States e decidi parar no fim da quinta semana e estar parado duas semanas, recomeçando depois na sexta semana.

O que eu não contava era com o jet lag e com uma constipação monstra que apanhei quando voltei para Portugal. Ainda fiz três dos seis dias da sexta semana, mas depois tive que me render.

Parei os três dias finais, mais o dia de descanso e agora vou recomeçar, mas de novo na semana seis.

Na prática, isto atrasa-me o programa em três semanas, mas não é mais do que um atraso: a luta continua até aos 90 dias!

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P90X – Fase 1, semana 4

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Depois do sumário das primeiras três semanas do programa, aqui fica a semana de recuperação da fase 1:

  • Yoga
  • Core (exercícios sinérgicos)
  • Kenpo
  • Alongamentos
  • Core
  • Yoga
  • Alongamentos ou descanso

A principal diferença nesta semana, na minha opinião, é a ausência de exercícios de força “brutos”. Isto é, nada de levantamentos de grandes pesos, nada de elevações ou flexões por aí além e (aleluia), o Ab Ripper X – programa de abdominais, está fora da semana de recuperação. O título “semana de recuperação” pode fazer pensar em descanso, mas não se deixem enganar, esta semana não e menos desafiante do que as outras.

O Yoga, Kenpo e Alongamentos são os mesmos das primeiras três semanas e é introduzido o Core Synergistics que consta de exercícios sinérgicos, isto é, que envolvem diversos grupos musculares em apoio mútuo, simultaneamente com um enfoque no “core”, ou seja, a zona central do corpo, do tronco às coxas, abdominais e lombares – aquilo que faz de nos homo erectus (sapiens sapiens, pois tá claro).

Neste conjunto de exercício devemos manter-nos constantemente conscientes da zona central do corpo mantendo todos esses músculos envolvidos nos movimentos que fazemos. Esta é a sequência de excepção em relação ao que eu disse há dois parágrafos: há pesos, há flexões e há muito mais… é um treino puxado, muito variado e enérgico – e é um desafio divertido.

Segue-se a fase 2, a qual já comecei, estando prestes a terminar a primeira semana. Em breve, farei a descrição, até lá… bons treinos.

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