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    test

    Echoes

    July 31st, 2006 by Pedro Couto e Santos

    Apetece-me deixar aqui a letra de uma das minhas canções favoritas, dos Pink Floyd (who else…?)

    Echoes, do álbum Meddle - 1971
    Escrita por Richard Wright, Roger Waters, Nick Mason e David Gilmour

    Overhead the albatross hangs motionless upon the air
    And deep beneath the rolling waves
    In labyrinths of coral caves
    The echo of a distant time
    Comes willowing across the sand
    And everything is green and submarine

    And no one showed us to the land
    And no one knows the wheres or whys
    But something stirs and something tries
    And starts to climb toward the light

    Strangers passing in the street
    By chance two separate glances meet
    And I am you and what I see is me
    And do I take you by the hand
    And lead you through the land
    And help me understand the best I can

    And no one calls us to move on
    And no one forces down our eyes
    And no one speaks and no one tries
    And no one flies around the sun

    Cloudless everyday you fall upon my waking eyes
    Inviting and inciting me to rise
    And through the window in the wall
    Comes streaming in on sunlight wings
    A million bright ambassadors of morning

    And no one sings me lullabies
    And no one makes me close my eyes
    And so I throw the windows wide
    And call to you across the sky

    Cursos de dormitologia, procuram-se.

    July 31st, 2006 by Pedro Couto e Santos

    Ao fim de 33 anos, tenho que o admitir: não sei dormir.

    Estou na cama desde as onze e meia da noite, são agora duas da manhã e desisti. Entretanto já tomei um drunfo e tudo. Mas não há nada a fazer: não sei como se dorme.

    Parece-me que seria a coisa mais natural do mundo: os animais sabem todos dormir; uns dormem enrolados, outros esticados, uns de lado, outros sentados. Os humanos são, como habitualmente, os mais versáteis: dormem de pé ou deitados, encostados, sentados, de lado, de costas, parados ou em movimento.

    Mas eu não consigo. De costas, fico confortável durante uns vinte minutos, depois começo a ficar enjoado. Literalmente - enjoado. Quando começo a ficar com mais sono, é como se sentisse tonturas e sinto o estômago às voltas.

    Então tenho que me deitar de lado. De lado os problemas são ainda maiores: não faço ideia como me pôr. Como é que ponho as pernas? E os braços? Que grande confusão… há sempre uma articulação completamente torcida. Isto não é suposto ser natural e instintivo? Então como é que é possível que eu não consigo saber em que posição me colocar para dormir?

    Bom… há uma posição em que consigo geralmente adormecer mais depressa: de barriga para baixo, com a cabeça completamente virada para um dos lados e o pescoço torcido. Por muito que me esforce para o evitar, passo sempre parte da noite a dormir nesta posição horrível que me dá dores de pescoço e cabeça assim que acordo.

    Percebi então que o que eu preciso é de um curso de dormitologia, talvez tirado no estrangeiro, ou, quem sabe, um mestrado em fecharozolhos ou uma qualquer post-graduação sobre ensonamento e suas aplicações práticas. Será que a Faculdade de Motricidade Humana tem cursos em horário post-laboral que versem o posicionamento do corpo sobre o colchão para melhor atingir o Nirvana do sono?

    É que se isto continua ainda vou ter que me virar para religião… será que a Igreja Universal de S. João Pestana pode iluminar a minha alma imortal com umas belas horas de sono?

    Ainda por cima, “the drugs don’t work”… já sei que me vão sugerir maria joana outra vez, mas não estou para aí virado. Não… o que eu preciso mesmo, é um curso! Ouvi dizer que é assim que se resolve tudo e portanto, deve ser verdade.

    Primeiro crash: menos de 24 horas

    July 30th, 2006 by Pedro Couto e Santos

    Ainda não passaram 24 horas desde que acabei de instalar o Windows no novo disco e o sistema já crashou!

    Bolas… às vezes ainda consigo surpreender-me com a total falta de qualidade deste software…

    The Hulk

    July 29th, 2006 by Pedro Couto e Santos

    Chegou ontem um novo Western Digital Caviar de 250 GB, SATA II, 16 MB de Cache, 7200 rpm e totalmente feito de restos de comida de cão, codename: “The Hulk”.
    Resolvi ganhar coragem para o montar hoje e começar a re-instalar tudo. Isto porque perdi a confiança no Seagate Barracuda que tem sido o meu disco principal até agora. Digamos que a directoria do Need for speed most wanted desapareceu, inteirinha.

    Better safe than sorry, portanto o Caviar já corre e com tudo instalado de fresco, o Windows até parece um sistema operativo leve e versátil.

    Os japoneses dão-me cabo do juízo.

    July 27th, 2006 by Pedro Couto e Santos

    Imaginem que são uma rapariga japonesa no estrangeiro e são assaltadas por dois americanos com lenços no nariz e uma navalha, como reagir se nem sequer falam inglês?!