Macacos sem galho

19:15

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

…e nada de Quake.

Estou a começar a ficar nervoso.

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    Quake on the way

    Publicado em , por Pedro Couto e Santos

    Encomendei hoje um Rel Quake. Preto. Chega amanhã.

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      Publicado em , por Pedro Couto e Santos

      Acabou há poucos minutos o Portugal vs. Holanda. Mais de uma hora e meia de futebol, alguma porrada e quatro expulsões – uma para cada equipa.

      E Portugal ganhou por 1-0, terminou o jogo à rasca e o Artur dizia: é a História deste país: à rasca, sempre à rasca!

      Mas a Holanda não é nada de especial e acho que não fosse o idiota do Costinha (odeio-o!), a iniciar a longa lista de expulsões, talvez a coisa tivesse sido mais calma. Mas… é o destino! É sempre a sofrer.

      Agora vêm os quartos de final, contra os bifes. É já no sábado.

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        Quest for Quake

        Publicado em , por Pedro Couto e Santos

        Já decidi mais ou menos duas compras importantes que quero fazer, com a ajuda de algumas prendas de anos monetárias, mas as coisas não estão a correr pelo melhor.

        Há mais de uma semana que ando atrás duns Fostex PM0.4, mas a loja online de onde as quero comprar “recusa-se” a responder ao meu mail. Tenho algumas dúvidas que preciso de esclarecer antes de fazer a encomenda e até agora, nenhuma resposta.

        Hoje decidi que a segunda compra seria um Rel Quake e que o levaria para casa no próprio dia. Claro que não consegui.

        Sabia que havia um em exposição na Fnac de Almada, mas depois do plasma do meu pai vir sem colunas e ter que ser trocado, de dois telefones sem fios que comprámos lá, terem pifado (um nunca chegou a funcionar e teve que ser trocado), da máquina digital Olympus do meu pai ter avariado e ter que ir para reparar na garantia, do meu amplificador Denon ter explodido e ter que ser trocado, do nosso plasma Pioneer ter sido entregue sem sintonizador que eu tive que ir buscar à loja, da máquina fotográfica digital e o iPod do Flip terem avariado pouco tempo depois de comprados – tudo isto na Fnac de Almada, decidi que esta não seria a minha melhor escolha.

        Dirigi-me à (aparentemente excelente), loja de HiFi do Saldanha Résidence e estava um Quake com acabamento em cerejeira, na montra. Eu quero um preto, não me parece que valha a pena pagar extra para ter um cubo de madeira em vez de um cubo preto e o preto é mais discreto. Não havia preto, claro. Seria preciso encomendar.

        Não encomendei, porque o que eu queria era levar o Quake para casa no fim de semana. Fui à Fnac do Chiado (confiante que o problema é com a de Almada e não com a Fnac ser uma aldrabice), mas nem ver Quakes. Aliás, a selecção de HiFi e home cinema da Fnac do Chiado é patética. O que é pena, porque a Fnac chega, acaba com todas as lojas num raio de 300 mil kilómetros e depois não oferece nem metade da variedade e qualidade de serviço das lojas que existiam antes.

        Veja-se o caso da Valentim de Carvalho que tinha uma secção de instrumentos musicais e outra de música electrónica que eu visitava com regularidade e que desapareceu. Claro que a Fnac não vende instrumentos musicais e a selecção de música electrónica é básica. O mesmo se pode dizer da Virgin Megastore, que tinha uma secção de dança/trip-hop/electrónica/funk/etc, verdadeiramente fantástica (comprei lá muitos CDs depois de tardes passadas a ouvir música) e agora… kaput.

        Lá está a Fnac, a liderar o seu império e a oferecer um serviço medíocre.

        O rapaz da Fnac do Chiado disse-me que haviam dois Quakes noutras lojas. Onde? No Norte Shopping e… claro, em Almada.

        Mesmo sabendo que não devia e lutando contra todos os meus instintos, decidi ir ao Almada Forum, quem sabe, desta vez não teria sorte? Decidi exigir que pusessem o Quake a tocar para me certificar que estava em condições e examiná-lo com cuidado para me certificar que estava tudo bem.

        Cedo se desfizeram as minhas ilusões: o Quake continuava em exposição e tinha tantas pancadas e lascas arrancadas da sua magnífica forma cúbica que mais parecia saído de um combate medieval.

        Resolvi, já sem grande esperança, perguntar se tinham outro. Não.

        Claro que não.

        E insisti: “Mas já viu como isto está? Está todo estragado.”

        Reacção do empregado da Fnac: molhou a unha do polegar em saliva e toca de raspar aquilo que eram, obviamente, lascas, mossas e não sujidade.

        Wanker.

        “Posso-lhe fazer 10% de desconto”. Certo. Dez porcento num item de 655 euros. E eu levo para casa um aparelho de alta precisão (os circuitos do Rel são de especificação militar, os gajos levam-se a sério), cheio de mossas e… sabe-se lá mais o quê, por 589 euros e meio. What a bargain!
        “Não obrigado”.

        A tática da Fnac é portanto: “há-de aparecer um tanso”. Um dia, talvez, alguém pague 589, (ou mesmo 655, porque ele só me ofereceu o desconto quando eu reclamei do estado do pobre animal), por um artigo que se quer de alta qualidade… defeituoso. Obviamente que não é o empregado que tem culpa. E eu cada vez gosto menos da Fnac.

        Para a semana vou à loja do Résidence encomendar o meu Quake. É que afinal, numa loja especializada, com sala de audição e empregados que percebem tanto de HiFi que chegam a ser aborrecidos e equipamentos de luxo em demonstração… o Rel custa apenas mais dois euros que na fnac.

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          Para a Rita

          Publicado em , por Pedro Couto e Santos

          OK, Prima, então aqui vai.

          Esta é a Buffy:

          Buffy

          E esta é a Nikita:

          Nikita

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