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You are currently browsing the Macacos sem galho weblog archives for April, 2006.

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    test

    Mais um destes…

    April 30th, 2006 by Pedro Couto e Santos

    Todos os anos é a mesma coisa. Uns anos mais cedo, em Abril, outros mais tarde, já em Maio.  Mas todos os anos escrevo um manifesto anti-calor.

    No entanto tenho reparado que pouco ou nada tem sido feito para alterar esta preocupante situação. Portugal está, como em tudo o resto, na cauda da Europa das temperaturas amenas.

    E o nosso sistema educativo caduco continua a ensinar às nossas crianças que Portugal fica numa zona de clima temperado.

    Está mal. São quatro da manhã de um dia de Primavera e estão 25 graus no meu quarto. Consequentemente, estou aqui, em vez de calmamente a dormir.

    Isto tem que parar! O Governo, as corporações, a sociedade civil: todos têm que agir! Cada um de nós tem que tomar nas mãos a luta contra este mal que corrói o núcleo da nossa nação!

    Contra o calor, marchar!

    …mas à sombra!

    Podem chamar-me 125

    April 26th, 2006 by Pedro Couto e Santos

    O resultado do meu teste de QI é 125.

    “A normal intelligence quotient (IQ) ranges from 85 to 115 (According to the Stanford-Binet scale). Only approximately 1% of the people in the world have an IQ of 135 or over.”

    Obrigado mana!

    PS: não, não estou a falar de testes online.

    Suspensão de post

    April 26th, 2006 by Pedro Couto e Santos

    Quase nunca faço isto… mas desta vez não aguentei. Estava a ficar profundamente enjoado com a discussão à volta do Benfica e do Porto e de quem é que é o maior e mais isto e aquilo.

    Portanto suspendi o post anterior, não há pachorra…

    Mourão

    April 24th, 2006 by Pedro Couto e Santos

    A viagem não agoirava bom tempo. Ou seja, chovia a cântaros, quando entrámos na A2, em direcção a Sul. Três carros: dois Mercedes e um Passat, mostram que a família evoluiu um bocadinhos nos últimos 25 anos, altura em que a viagem teria sido feita num Fiat 128 e um Dastun Y, com os 12 mânfios igualmente distribuidos e ao colo uns dos outros.

    Vómito teria sido o cheiro dominante.

    Mas as coisas mudaram, a família aumentou e as estradas melhoraram.

    Da A2 para a A6, sempre a andar bem e depois, pelas estradas nacionais, até Évora, passando por fora para Monsaraz, onde almoçámos.

    Não há dúvida que os alentejanos sabem cozinhar e é uma pena não comer porco no Alentejo. por isso mesmo, alambazei-me com secretos e pão.

    O pão alentejano devia ser considerado monumento nacional ou coisa parecida e é pena que seja impossível comprar pão daquela qualidade em Lisboa.

    Depois de Monsaraz e do almoço, ainda à chuva, foi altura de fazer o resto do percurso, até Mourão. A paisagem está toda coberta de água do Alqueva, aquilo a que por ali se chama “o grande lago”. E o Guadiana passou de um fiozinho de água, onde flutuámos com ajuda de câmaras de ar, a um lago com ilhas e tudo.

    Debaixo de água, a praia onde passámos uns dias e a fábrica de papel. Deve ser interessante mergulhar ali.

    Chegámos a Mourão ainda com chuva, situação que não se alteraria muito.

    A Marta fez-me um teste de QI, do qual terei resultados em breve e depois dormiu-se uma sesta. Nada como a calma da aldeia.

    Seguiu-se um passeio: visitei a minha antiga escola primária, onde terminei a primeira classe e fomos até ao castelo ver os corvos que por lá andam. Na aldeia não havia ninguém na rua e as casas tinham os estores fechados… onde andam os Mouranenses? Em casa a ver a TVI, certamente.

    O jantar, na Adega Velha foi dividido: metade da mesa comeu cozido de grão e a outra metade, feijoada, tirando uma sopa de cação e um lombo no forno, excepções à regra.

    O vinho veio em jarros de barro demasiado porosos: desaparecia rapidamente. No final: encharcada simplesmente irresistível.

    Levantar é que foi pior… e o caminho de volta à Casa Esquível foi algo acidentado. O resto da noite passou-se a jogar Uno e comigo a tentar não ficar tão mal disposto que tivesse que ir vomitar. Cantou-se um bocado e fizeram-se palhaçadas q.b.

    Dormiu-se mal em colchões duríssimos e o pequeno almoço foi ranhoso só tendo servido para, numa dentada inadvertida, eu ter arrancado um pedaço do meu próprio lábio, à dentada.

    Quando parei de sangrar, metemo-nos no carro e rumámos a Almada, em mais uma viagem sem incidentes.

    E pronto… Mourão lá está. Fez-me pensar que a pessoa que eu era entre os 6 e os 7 anos, quando lá vivi, já não é, de facto, a mesma que está agora à beira dos 33. E isso não faz diferença nenhuma…

    Regresso a Mourão

    April 22nd, 2006 by Pedro Couto e Santos

    Depois de mais de 25 anos, amanhã, a família volta toda a Mourão, para um fim de semana na mesma casa onde vivemos há tantos anos, agora transformada em pousada.

    Weirdness awaits.