Descobri, via um aviso amigável, mais um plágio… ou melhor, roubo completo, desde o design ao conteúdo, passando pelo código, do site da nitro, aqui: http://www.ferrostudio.com/.
Não me interpretem mal, simplesmente não sei o que pensar da maior parte das coisas que as pessoas me dizem ultimamente. Sinto coisas que nunca senti antes e não sei o que responder à s pessoas. Dou por mim, muitas vezes, a dizer à s pessoas com quem me cruzo “não digas nada”, quando elas procuram uma qualquer palavra – que duvido que exista – para me dizer.
No dia sete de Setembro, de 2005, algures a meio do dia, o meu filho, que se ia chamar Alexandre, morreu. Nunca chegou a provar o sabor do ar, nunca viu o pai e a mãe. A primeira vez que o vi, em vez de num berço, estava num pequeno caixão. Era perfeito. Tinha espesso cabelo escuro, lábios grossos e um nariz pequenino. Tinha mãozinhas com unhas redondinhas que me apeteceu apertar.
São 2:16 da manhã. Às onze e meia decidi deitar-me para poder acordar a horas de ir por o carro na oficina cedo. Às 11:45 tomei meio dormonoct. Quarenta minutos depois tomei a outra metade.
Para disfarçar, estive meia hora a fazer um upgrade ao WordPress… e ainda não tive que escrever nada. Valerá a pena escrever? Valerá a pena escrever… online?
Acho que ainda não vai ser hoje que vou escrever… que vou contar a história para a tentar exorcizar (provavelmente, sem resultado útil). Talvez escreva mais algumas coisas sem grande significado e vá para a cama tentar dormir pelo menos quatro horas, para ver se não passo o dia a cambalear pela PT amanhã.
Sinto que um dia, talvez em breve, terei que escrever, talvez aqui, tudo o que se passou no dia 7 de Setembro e nos dias que se lhe seguiram. Talvez se o contar, como uma história, consiga fazer acalmar as recordações dolorosas que me mantêm acordado agora… e morto por dentro todos os dias.
Depois de uma semana e meia de stress e longas horas, em que tudo parecia correr mal, mesmo o que já estava bem, foi finalmente lançado o SAPO Messenger, versão final.