Macacos sem galho

Evoluções

Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Domingo, mais um domingo passado em Setúbal. O Cunhado, que parece ainda não se ter fartado completamente de nós, nem estar ainda com vontade de nos atirar do 18º andar abaixo, conseguiu por hoje a nossa rede a funcionar.

O nosso server está configurado, aceita ligações do windows e do Mac do Pato, sem problemas. Já temos uma área partilhada, áreas privadas, uma htdocs com cgi-bin… the works.

Já agora, o server chama-se “masmas”, derivado da grande máxima que regula a minha vida “não há mas mas”. Não sei se compreendem o lema. Às vezes as pessoas não entendem o significado da frase, mas é simples. Quando se manda alguém fazer uma coisa, quando se pede um favor a alguém, quando se apresenta a alguém um orçamento para alguma coisa, normalmente, a primeira palavra que essa pessoa devolve é “mas…” ou mesmo “mas, mas…”.

Daí a frase: “não há mas mas”, que é a resposta ideal a essas pessoas: “Não há mas mas, pagas e calas-te”

A ideia de chamar masmas ao server foi do Cunhado. Ao princípio pensámos que mais tarde mudaríamos até porque como já devem imaginar, chegar ao server e ver:

Masmas login:

Parece praticamente:

Mamas login:

Mas não há problema, porque obviamente também gostamos de mamas.

O dia correu relativamente bem, embora hoje, sinceramente, me apetecesse pouco estar lá, estou farto dos fins de semana serem assim.

Voltámos relativamente cedo e estivemos na sala a conversar, com a Dee, até ela ir dormir de já não se aguentar de pé e de não aceitar os nossos argumentos de que o Budismo é uma religião quase oposta ao Cristianismo em termos de filosofia. :)

Ainda fiquei mais um bocado a ter umas conversas muito existencialistas com o Cunhado, nomeadamente sobre software vivo, que eu fiquei um bocado embasbacado, não sabia até que ponto já era possível criar um programa que evolui segundo a teoria de Darwin.

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One Response to “Evoluções”

  1. Vitor says:

    Gostaria de ler algum desenvolvimento sobre essa conversa entre budismo/cristianismo… Ok, já foi há mais de 10 anos…

    Bem, bom desafio então: como teria evoluído esses pontos de vista em 10 anos?

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