Macacos sem galho

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Publicado em , por Pedro Couto e Santos

Ontem houve aula fabulosa de Gongfu. Pareço repetitivo, se calhar é porque todas as aulas de Gongfu são fabulosas. Ao princípio da tarde estava num pequeno dilema… ia ao Gongfu ou assistia ao terceiro jogo Benfica/Porto em menos de uma semana. Depois decidi, bah, três é demais, o Benfica já ganhou um, mais vale nem arriscar.

Fiz bem, perderam 4-0 e eu tive uma excelente aula.

À noite, pouco antes de nos deitarmos, a Amarela voltou a vomitar, mas desta vez ficámos com a sensação que tinha sido provocado pelo medicamento, uma vez que ela não tinha comido o dia inteiro.

Não sei se motivado por isto, não preguei olho a noite toda… que bom.

Hoje fui ao dentista, coisa que não fazia há, precisamente, dois anos. Tive sorte, tudo o que tinha era uma cárie, foi rápido e indolor e fiquei com a cara anestesiada o dia inteiro.

À noite parti para mais uma lasagna experimental. Acho que as minhas lasagnas são todas experimentais, mas pronto. Esta ficou especialmente boa. Tão boa, que depois de comer um grande bocado, olhei para a Dee e ela para mim e comprendeemos logo que tinhamos que ir buscar mais um bocado para cada um.

Aproveitámos para ver o último episódio do Seinfeld que tinhamos gravado na segunda-feira. Finalmente acabou. Por um lado é pena, porque gosto muito da série, por outro lado é um alívio, porque acabou-se o stress de tentar gravar uma coisa de 22 minutos numa noite de programação da TVI com 4 a 5 horas de duração, nunca sabendo quando vai dar porque nunca, nem uma única vez para amostra, a programação está certa. Nunca. Agora acabou. Só tenho pena de ter perdido um dos meus episódios absolutamente preferidos, o do “Serenity now”… Enfim, pode ser que saia tudo em DVD um destes dias.

Bom, fui-me deitar cedo como tem vindo a ser costume… o pior é que não estou a conseguir dormir, por isso estou aqui a escrever. É esta a beleza das insónias… há altura em que começo a dormir bem, com regularidade, começo a deitar-me mais cedo e tudo até começar a pensar que afinal isso das insónias era tudo impressão minha, que tinha sido só azar, mas depois, quando já estou confiante… uma noite… *BLINK* Acordado, a olhar para o vazio, a tentar contar quantas estrelas de plástico radioactivo glow-in-the-dark tenho coladas no tecto do quarto.

Bom, já estive a ler o capítulo 15: ‘XML’, do meu livro de XHTML, e consegui continuar quase completamente baralhado com a utilidade disto, mas não perdi a esperança. :)

Bom, já passaram umas horinhas, acho que vou tentar voltar para a cama.

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